Como viver com o autismo?

Como viver com o autismo? Bem Estar exibe série de reportagens sobre o assunto

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), existem 2 milhões de autistas no Brasil.

 

Bem Estar estreia nesta segunda-feira (13) a série Autismo, uma jornada nesse novo mundo. Ao longo de sete reportagens o Bem Estar irá mostrar a origem do autismo, seus níveis, como a lei lida com a síndrome, como estão as pesquisas.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), existem 2 milhões de autistas no Brasil. Em relação à infância, a Organização estima que o transtorno do espectro autista (TEA) afete uma em cada 160 crianças no mundo.

As gravações passaram pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Campinas. No caminho, foram ouvidos diversos casos e histórias, como a de dona Berenice, que criou a Escola-Clínica, onde são atendidos mais de 100 alunos autistas.

O autismo foi descoberto em 1943 pelo psiquiatra Leo Kanner, nos Estados Unidos, quando ele analisou onze crianças que se isolavam de tudo. Daí em diante, o que era chamado de ‘esquisito’, foi visto como o ponto de partida para uma longa pesquisa.

Nesses últimos 75 anos, a ciência caminhou e descobriu que nenhum autista é idêntico.

 


Como é viver com autismo?

Cada pessoa com autismo é diferente da outra, existem muitos espectros da síndrome, mas a dificuldade de compreensão e comunicação com outras pessoas é uma dificuldade comum. Nas terapias as pessoas treinam esse reconhecimento para melhorar sua relação com o mundo.

Existem alguns sinais de alerta para o autismo:

1) Não responder ao nome aos 12 meses
2) Não apontar objetos aos 14 meses
3) Não brincar de faz de conta aos 18 meses
4) Falta de contato visual e querer ficar sozinho
5) Dificuldades para entender os sentimentos dos outros e falar dos próprios
6) Repetir palavras e frases muitas vezes
7) Dar respostas que nada têm a ver com as perguntas
8) Ter interesses obsessivos
9) Ficar extremamente abalado por pequenas mudanças
10) Agitação excessiva
11) Reações inesperadas ao barulho de coisas, cheiros, gostos


Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor a qualidade de vida da pessoa. Não existem testes sanguíneos para identificar o autismo. A observação do comportamento e desenvolvimento é essencial para fechar o diagnóstico.

Veja o programa completo sobre autismo:

https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2018/08/13/como-viver-com-o-autismo-bem-estar-exibe-serie-de-reportagens.ghtml 

Bem Estar - Edição de Segunda-feira, 13/08/2018