11 sinais de que seu filho não ouve bem

Para minimizar os impactos de uma possível falha, Paulo destaca a importância de se realizar exames que detectem problemas de forma precoce para que o tratamento mais adequado possa ser aplicado.

O primeiro exame auditivo que a criança faz é o chamado "teste da orelhinha", realizado nos primeiros dias de vida. "O exame consegue detectar algum problema e saber se a criança precisa de uma avaliação auditiva completa", diz Camila Quintino, fonoaudióloga e gerente de produtos da Starkey do Brasil. Mas algumas doenças, como caxumba e meningite, adquiridas com o decorrer da idade, podem levar a dificuldades progressivas para ouvir.

Para o acompanhamento da saúde auditiva da criança, Paulo recomenda que sejam feitas consultas com um otorrinolaringologista anualmente. Entretanto, se esta frequência não for possível, o médico destaca a alfabetização como um período fundamental para que se faça um check-up. "Sem a habilidade de ouvir, o aprendizado escolar pode ficar prejudicado", afirma.

Cuidados

Além de consultas e exames periódicos com especialistas, Paulo Lazarini afirma que o ouvido não precisa de muitos cuidados especiais. A maior precaução, segundo o médico, é evitar o uso de hastes flexíveis com pontas de algodão para limpá-los: "O ouvido deve ser secado apenas com toalha ou lenço de papel", afirma.

Camila ainda destaca o cuidado que se deve tomar com a exposição das crianças a sons intensos, principalmente brinquedos que não tenham a certificação adequada. Já outros tipos de aparelhos, como televisão ou telefone, podem ter o volume dosado pelos próprios pais.


1- A criança que pede sempre para aumentar o volume da TV pode ter problemas de audição

2- Os pais devem ficar atentos a bebês ou crianças que não reagem a sons intensos

3- A demora para começar a falar, ou mesmo balbuciar, pode indicar que o bebê sofre de problemas para escutar

4- Se a criança frequentemente não responde ao ser chamada de outro cômodo, é necessário procurar especialista

5- Uma aparente desatenção constante pode ser, na verdade, sinal de problemas para escutar.

6- Problemas moderados na audição podem gerar dificuldades de alfabetização e baixo rendimento escolar.

7- Se a criança não fala ou troca alguns fonemas (sons), ela pode não estar escutando bem.

8- A criança que fala muito alto também pode não ouvir bem

9- Dos quatro aos sete meses é esperado que a criança comece a mexer a cabeça para procurar os sons que escuta, principalmente a voz da mãe.

10- Pedir para repetir o que foi dito diversas vezes também pode indicar um problema na audição.
Para minimizar os impactos de uma possível falha, Paulo destaca a importância de se realizar exames que detectem problemas de forma precoce para que o tratamento mais adequado possa ser aplicado.

O primeiro exame auditivo que a criança faz é o chamado "teste da orelhinha", realizado nos primeiros dias de vida. "O exame consegue detectar algum problema e saber se a criança precisa de uma avaliação auditiva completa", diz Camila Quintino, fonoaudióloga e gerente de produtos da Starkey do Brasil. Mas algumas doenças, como caxumba e meningite, adquiridas com o decorrer da idade, podem levar a dificuldades progressivas para ouvir.

Para o acompanhamento da saúde auditiva da criança, Paulo recomenda que sejam feitas consultas com um otorrinolaringologista anualmente. Entretanto, se esta frequência não for possível, o médico destaca a alfabetização como um período fundamental para que se faça um check-up. "Sem a habilidade de ouvir, o aprendizado escolar pode ficar prejudicado", afirma.

Outros cuidados especiais

Além de consultas e exames periódicos com especialistas, Paulo Lazarini afirma que o ouvido não precisa de muitos cuidados especiais. A maior precaução, segundo o médico, é evitar o uso de hastes flexíveis com pontas de algodão para limpá-los: "O ouvido deve ser secado apenas com toalha ou lenço de papel", afirma.

Camila ainda destaca o cuidado que se deve tomar com a exposição das crianças a sons intensos, principalmente brinquedos que não tenham a certificação adequada. Já outros tipos de aparelhos, como televisão ou telefone, podem ter o volume dosado pelos próprios pais.